Saudade: 10. Originalidade: 0

Eu não sou ninguém não, como diz meu primo querido, mas tenho uma pergunta a fazer: o que está acontecendo? Já tem um bom tempo que eu to reparando, e também curtindo em certos casos, que não se tem feito muita coisa nova em termos de música. Salvo meus queridos Lenine, Bjork e minha banda preferida do momento Incubus (tem mais, mas eu não conheço todo mundo!), as pessoas estão tomadas por um saudosismo contagiante, aparentemente. Eu to tocando nesse assunto agora, porque estou assistindo, graças a internet, o desfile das escolas de samba do Rio e , adivinha só, a Império Serrano se contaminou com nostalgia e está repetindo um samba. Por que? Não é que eu queira ficar julgando os outros por aí, mas eles (escola de samba) vão ser julgados, certo? Que nota dar a um samba que já foi julgado antes? Isso não é problema meu, mas, na boa, se tivesse um quesito originalidade, nota zero pra Império Serrano.
A mangueira não dá esses moles!
Mas eu tenho uma teoria. O carnavalesco, ou seja lá quem for que tem opinião de peso no samba, é de Iemanjá e fez uma promessa.
Qual a teoria de vcs?

3 comments:

  1. Pois é amiga...eu estou em pleno Porto da Barra em Salvador e também vi a Império na TV...Você tem razão quanto a originalidade, mas eu acho muito legal uma releitura diferente do mesmo samba...os sambas enredo antigos eram tão mais contagiantes....Se lembra do "Bumbum praticubum prugurudum??" (nem sei se é assim que se escreve isso)...Por isso as escolas de samba acabam recorrendo a eles...
    Quanto a esse samba eu sou suspeita...Afinal, eu sou de Iemanjá...rs

    ReplyDelete
  2. Caramba, fui citado num blog... Assim eu viro alguma coisa, hien?? :-D

    ReplyDelete
  3. Viu no que deu a originalidade zero? Pois é, desceu pro grupo de acesso. Essa nem Iemanjá segurou.

    ReplyDelete