Eu não sou ninguém não, como diz meu primo querido, mas tenho uma pergunta a fazer: o que está acontecendo? Já tem um bom tempo que eu to reparando, e também curtindo em certos casos, que não se tem feito muita coisa nova em termos de música. Salvo meus queridos Lenine, Bjork e minha banda preferida do momento Incubus (tem mais, mas eu não conheço todo mundo!), as pessoas estão tomadas por um saudosismo contagiante, aparentemente. Eu to tocando nesse assunto agora, porque estou assistindo, graças a internet, o desfile das escolas de samba do Rio e , adivinha só, a Império Serrano se contaminou com nostalgia e está repetindo um samba. Por que? Não é que eu queira ficar julgando os outros por aí, mas eles (escola de samba) vão ser julgados, certo? Que nota dar a um samba que já foi julgado antes? Isso não é problema meu, mas, na boa, se tivesse um quesito originalidade, nota zero pra Império Serrano.
A mangueira não dá esses moles!
Mas eu tenho uma teoria. O carnavalesco, ou seja lá quem for que tem opinião de peso no samba, é de Iemanjá e fez uma promessa.
Qual a teoria de vcs?